Pular para o conteúdo
Criterium Educação

Perguntas frequentes


As dúvidas que aparecem em quase toda primeira conversa, respondidas aqui para você não precisar esperar a conversa para saber. Se a sua não estiver na lista, me pergunte direto.

Vai levar isso para quem decide? O folder resume esta página em duas folhas, com os quatro temas, os preços e o contato. Baixar o folder comercial (PDF, 700 KB)

Formato e logística

Como funciona um programa da Criterium, do primeiro contato até o último encontro?

Antes de qualquer coisa, a gente conversa. Na prática, de duas a quatro reuniões, normalmente com o RH e com quem decide na empresa. Parece muita conversa para quem está acostumado a comprar treinamento de catálogo, e é de propósito: é nessas reuniões que aparece o problema real do time, que quase nunca é o problema que estava no pedido inicial.

Dessas conversas sai o recorte do conteúdo, o formato e o calendário. Depois vem a entrega. No fim, a retomada, para o método não morrer na saída da sala.

Vale para palestra e para programa. A diferença está no que a conversa precisa descobrir, não na quantidade de conversa.

O trabalho é presencial ou online? O online funciona tão bem?

Atendo nos dois modelos, e o tamanho da turma não muda por causa disso. Palestra cabe muita gente nos dois casos. Programa pede turma pequena nos dois.

Sobre o online, a resposta honesta é que depende de como ele é feito. Palestra online com a câmera de todos fechada e ninguém falando não funciona, e quem desconfia disso está certo. Por isso uso enquetes ao longo da apresentação: elas obrigam quem está assistindo a tomar posição antes de ouvir a resposta, e é isso que mantém a sala acordada.

A pergunta que importa não é presencial ou online. É se o encontro obriga as pessoas a pensar, e isso dá para construir dos dois jeitos.

Qual a carga horária e como ela se distribui no calendário?

A carga horária está na página de cada programa, porque varia de pilar para pilar. A distribuição no calendário é escolha sua: um módulo por semana, tudo concentrado em um ou dois dias, ou uma mistura dos dois.

Não tenho um formato padrão para vender, e isso é deliberado. Time de turno de fábrica não consegue parar meio dia. Área comercial em fechamento de trimestre não consegue parar quatro quartas-feiras seguidas. O calendário sai do diagnóstico, junto com o recorte do conteúdo.

Qual o tamanho de turma? Tem mínimo e máximo?

Depende do que você contratou.

Palestra funciona bem com até cem pessoas, desde que o local ajude: som decente, visibilidade, e gente sentada de frente para quem fala.

Programa é outra coisa. Aí o limite é de quinze a vinte pessoas por turma, e esse número não é capricho. Programa que vira plateia deixa de ser programa: ninguém expõe um caso real, ninguém faz a pergunta que importa, e o conteúdo passa sem encostar na rotina de ninguém. Se a empresa quer treinar oitenta pessoas, a gente divide em turmas. Dá mais encontros, e é o que faz o treinamento valer.

Em quanto tempo o trabalho pode começar, depois de fechado?

Quinze dias para palestra. Um mês para programa.

O prazo da palestra é de agenda. O do programa é de preparação: as reuniões de diagnóstico e o ajuste do material ao caso da empresa acontecem nesse mês, e é esse trabalho que separa um programa sob medida de um slide reaproveitado.

Se o seu prazo for mais curto, me diga na conversa. Às vezes dá, e eu digo na hora quando não der.

A Criterium atende empresas fora de São Paulo?

Online, qualquer lugar do Brasil.

Presencial, São Paulo e as cidades do interior a até duas horas de distância. Essa régua existe por um motivo simples: viagem longa no mesmo dia cobra do preparo e da energia de quem vai dar a aula, e isso aparece na sala. Para distâncias maiores, ou fazemos online, ou conversamos sobre um formato que justifique a viagem.

Investimento

Quanto custa um treinamento in company?

Palestra presencial, a partir de R$ 5.000. Palestra online, a partir de R$ 3.000. Programa in company, a partir de R$ 14.000.

Esses são pisos, e explico o que faz o número subir a partir deles: o tamanho da turma, a carga horária, quantos encontros, quantas turmas, e o quanto o conteúdo precisa ser construído do zero para o caso da empresa. Um programa de quatro módulos para uma turma de quinze pessoas e o mesmo programa para quatro turmas de vinte são projetos diferentes, e cobrar o mesmo pelos dois seria desonesto com um dos dois lados.

Se for presencial fora de São Paulo, o deslocamento já está dentro do valor. Não chega passagem e hospedagem como extra depois.

Se quiser uma ordem de grandeza antes de qualquer outra coisa, me chame para os trinta minutos. Com o número de pessoas, o tema e o formato, a faixa sai na própria conversa.

O preço é por turma ou por pessoa?

Por projeto, não por cabeça.

Entram na conta o tamanho da turma, a carga horária, o número de encontros e o quanto o programa precisa ser desenhado para a sua empresa. O número de pessoas pesa, mas não como multiplicador: dobrar o tamanho da turma não dobra o valor. Em compensação, um recorte mais complexo ou material construído do zero pode pesar mais do que dez pessoas a mais na sala.

Tem uma consequência prática nisso. Se tem gente na sua empresa na fila para uma segunda turma, costuma valer mais a pena encaixar na primeira do que esperar.

Como funciona a contratação?

Com nota fiscal, sempre.

O pagamento é metade na contratação e metade dividida igualmente pelo número de encontros. Numa palestra, são dois pagamentos. Num programa de quatro módulos, é a entrada mais quatro parcelas, uma por encontro.

PIX, transferência, boleto ou cartão.

Adequação ao seu caso

Dá para combinar mais de um pilar no mesmo programa?

Dá, mas não é o primeiro caminho que eu proponho.

Um programa existe para mudar o patamar de um time num assunto. Dois assuntos ao mesmo tempo costumam diluir os dois, e o time sai com duas introduções em vez de uma mudança.

Quando a empresa tem necessidade real em mais de uma frente, aí sim a gente desenha algo em que os temas conversem, em vez de empilhar conteúdo. Gestão do tempo e educação financeira são o caso mais fácil, porque as decisões de um têm par nas do outro: tempo e dinheiro vazam do mesmo jeito, por decisão pequena e repetida.

Se for o seu caso, a gente monta. E se eu achar que os dois temas vão atrapalhar um ao outro, eu digo na conversa.

Qual a diferença entre a palestra e o programa?

A palestra dura de uma a duas horas. Ela serve para o time descobrir que o problema existe e por onde se começa a resolver, com alguns insights e uma ferramenta ou outra para quem quiser seguir sozinho.

O programa é uma série de encontros, com outra ambição: mudar o patamar do time naquele assunto. Programa não é palestra esticada.

As duas coisas se encaixam. A palestra abre o assunto para a sala inteira, e o programa aprofunda com o grupo que precisa mudar de verdade.

Meu time é muito desigual, tem chão de fábrica e diretoria. Funciona na mesma turma?

Funciona, e essa é a parte que depende de mim: quase dez anos de sala de aula com perfis muito diferentes me ensinaram que o conteúdo pode ser o mesmo para todo mundo. O que muda é o exemplo que eu uso para chegar nele.

A outra metade da pergunta não é minha. Separar ou não por cargo é decisão da empresa, e as duas escolhas têm razão de ser, dependendo do assunto e do que vocês esperam que aconteça na sala. Quem sabe qual é o caso de vocês é o RH, não eu.

Essa é uma das coisas que a conversa de diagnóstico serve para decidir.

Quem dá a aula? É sempre você?

Sou eu. Palestras, programas, material e dinâmicas, tudo.

Isso tem um custo e uma vantagem, e prefiro dizer os dois. O custo é agenda: não tenho equipe para dobrar turma na mesma semana, e é por isso que existe prazo mínimo. A vantagem é que quem desenhou o material é quem está na sala, então o que foi combinado no diagnóstico chega inteiro no encontro.

O que é o diagnóstico, e ele é cobrado?

É a conversa, ou as conversas, em que eu entendo a necessidade real da empresa antes de propor qualquer coisa. Sai dali o recorte do conteúdo, o formato, o calendário e a proposta.

Não é cobrado. E se ao fim dele eu achar que nenhum programa da Criterium resolve o seu problema, eu digo, sem ter custado nada para você descobrir isso.

Depois do programa

Como saber se o treinamento funcionou? Tem acompanhamento depois do último encontro?

Tem, e ele responde as duas perguntas ao mesmo tempo.

Um mês depois do último encontro, eu procuro o RH para entender como o time recebeu. É cedo demais para resultado e é a hora certa para corrigir rota, porque o que não pegou aparece primeiro na conversa de corredor, não no indicador.

Aos três e aos seis meses a conversa muda de assunto, e aí dá para medir. O que vai ser medido quem decide é a empresa junto comigo, ainda no diagnóstico, antes do programa começar. Essa é a parte que não funciona quando se combina depois: sem saber onde o time estava antes, qualquer número no fim vira interpretação.

No programa de educação financeira, por exemplo, existe a opção de aplicar o mesmo diagnóstico antes e depois, e comparar as duas fotos.

A conversa de seis meses serve também para uma coisa menos nobre e igualmente honesta: decidir junto com vocês se faz sentido uma nova rodada ou se o assunto já se resolveu.

Tem material? E certificado ou gravação?

Material, sim, e feito para aquele encontro. Não existe apostila de prateleira aqui: o material sai da necessidade que apareceu no diagnóstico daquela empresa.

Ele chega ao RH uma semana antes, para validação. Se tiver exemplo que não cabe na cultura de vocês, ou que encosta num assunto delicado ali dentro, dá tempo de trocar antes de a sala ver.

Certificado, sim. Ao fim do programa vai uma declaração com o conteúdo, a carga horária, as datas e a lista de quem participou, que é o que o RH precisa para registrar as horas. Se vocês precisarem de certificado nominal, um por pessoa, é só pedir no fechamento.

Gravação, não. Sala gravada muda de comportamento, e quem sabe que está sendo gravado não traz o caso real. O programa inteiro depende do caso real.

Ficou uma pergunta que não está aqui?

Esta lista nasceu das conversas que eu já tive, então ela cresce conforme as perguntas aparecem. Se a sua ficou de fora, manda. Se for uma dúvida que outras empresas também têm, ela entra nesta página.

Se sua equipe decide sob pressão e no improviso, vale conversar.

Uma conversa de 30 minutos para entender o cenário do seu time e montar uma proposta sob medida.


Prefere resolver agora?

Onde você trabalha e o que faz lá.

Quantas pessoas, e o que anda travando.

Retorno em até um dia útil, no seu e-mail.